INVENCÍVEL – CRÍTICA DA PRIMEIRA TEMPORADA

Invencível é uma série que começa despretensiosamente, seu início causa a impressão de ser mais uma animação genérica de super-heróis, mas não demora muito para que seu ritmo acelere e mostre para que veio. A forma como tratam a relação familiar e amorosa do protagonista Mark Grayson causa uma empatia natural, possivelmente poderá despertar a imaginação de como seria esse mundo alternativo com pessoas superpoderosas se fosse real e que talvez não fosse possível salvar todo mundo.

A animação Conta a história de Mark Grayson, filho adolescente do maior herói da Terra, que começa a descobrir os seus poderes e usa o nome de herói que leva o nome da série, mas de invencível não tem nada, talvez apenas pela sua determinação (não que isso seja um problema, se justifica para explorar a evolução do personagem).

Os vilões inicialmente aparentam não ter muita importância (se justificando apenas para as cenas de ação), porém até o final da temporada cada personagem parece fazer parte de uma construção narrativa a ser melhor elaborada nos próximos episódios. Seu desfecho é convincente e leva a história para um rumo que foge um pouco do clichê e nos deixa ansiosos para o que vem

Amazon Prime Vídeo inspirada no sucesso de The Boys arriscou na produção de Invencível, baseada nos quadrinhos de Robert Kirkman (Mesmo criador de The Walking Dead). O que surpreende é o fato de, mesmo sendo uma animação de muito menos investimento, superar outras obras em live action em diversos sentidos, talvez pelo fato de não precisar se preocupar com computação gráfica e por ter menos pessoas envolvidas. No final acaba ficando uma dúvida: será que The Walking Dead se fosse animado seria melhor do que a série feita pela AMC?

Não sei vocês, mas eu acho que sim.

Trailer Oficial

André Costa

Amante da cultura pop, curiosidades e tecnologia.

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